Por Jacildo Bezerra

A FIERR emitiu nota falando sobre os prejuízos para a economia roraimense
Em nota divulgada à imprensa a Federação das Indústrias do Estado de Roraima (FIER) reitera o posicionamento manifestado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), destacando que não há justificativa econômica para a imposição de tarifas de 50%, tanto em nível nacional quanto especificamente no caso do Estado de Roraima.
O dcumento afirma que nos últimos 25 anos, a relação comercial entre Roraima e os Estados Unidos tem sido historicamente deficitária para o estado, acumulando um saldo negativo superior a US$ 4 milhões. De maneira consistente, os empresários roraimenses têm importado mais produtos dos Estados Unidos do que exportado, com raras exceções — como ocorreu em 2022, quando o estado exportou estanho, utilizado pela indústria americana.
Embora a participação dos Estados Unidos nas exportações roraimenses ainda seja modesta — representando 0,3% do total exportado pelo estado em 2024 —, o mesmo não se pode dizer das importações. Em 2024, os Estados Unidos ocuparam a terceira posição entre os principais países de origem das importações de Roraima, respondendo por 14,2% do total, com destaque para a aquisição de aeronaves e peças aeronáuticas.
Diante desse cenário, a FIER reforçou o apelo feito pela CNI pela ampliação do diálogo entre os governos brasileiro e norte-americano, como caminho mais eficaz para a resolução de controvérsias e a construção de soluções equilibradas. Reafirma, ainda, que divergências de natureza política não devem pautar decisões econômicas que, no fim, penalizam de forma injusta a população e o setor produtivo de ambos os países.
A Federação das Indústrias do Estado de são São Paulo diculgou nota no dia 31 de julho lamentando a imposição da tarifa de 50% sobre uma parte das exportações brasileiras para os EUA, sem razões econômicas que a justifique.
A entidade, diz a nota, acredita que o continuado diálogo entre as autoridades dos dois países levará à eliminação da sobretaxa e ao aproveitamento das inúmeras oportunidades em benefício de nossas populações.
A FIESP adiantou ainda que “trabalhará junto ao Governo Brasileiro para a adoção de medidas eficazes que venham minorar os impactos econômicos para as empresas atingidas”.













